Luz de noite escurecida na
Única paisagem marítima,
Igual a si própria e distante do
Submerso ímpio do mundo...
Catherina
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
Vic
Vamos descobrir o
Ídolo que busca
Trilho num caminho
Obscuro numa profissão
Rude de regras.
Valente na sua posição
Imaculada na obtenção
Cristalina de um futuro
E condições para os colegas
Numa óptica optimista
Transformando-na real
E glorificar o trajecto da Ordem...
Catherina
Ídolo que busca
Trilho num caminho
Obscuro numa profissão
Rude de regras.
Valente na sua posição
Imaculada na obtenção
Cristalina de um futuro
E condições para os colegas
Numa óptica optimista
Transformando-na real
E glorificar o trajecto da Ordem...
Catherina
Alternativa de Futuro
Alta homenagem de se
Ter na imagem duma
Nação, que baila na
Tigela do coração
Vazio duma esperança...
De certeza que é?
Fujam do não negativo, e
Tudo perdido, mas pelo contrário
Romântico na força de lutar.
Catherina
Ter na imagem duma
Nação, que baila na
Tigela do coração
Vazio duma esperança...
De certeza que é?
Fujam do não negativo, e
Tudo perdido, mas pelo contrário
Romântico na força de lutar.
Catherina
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Poems are...
Poems are so beautiful
And hard to let go the soul
With the letters…
With one word
We can do all world
In a paper that transform
The readers’ universe.
Our soul is like an ocean
Dancing the boat that are
Your readers…
Never forget that we all
Are poets, even only one
That read the letters,
Because poetry is spirit…
Catherina
And hard to let go the soul
With the letters…
With one word
We can do all world
In a paper that transform
The readers’ universe.
Our soul is like an ocean
Dancing the boat that are
Your readers…
Never forget that we all
Are poets, even only one
That read the letters,
Because poetry is spirit…
Catherina
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
A vida com erros
Nada é perfeito,
Senão o imperfeito
Goza de saúde
Deixando de ser alude....
Nada é o que é,
Se não é o evidente é,
Então não é mais do que é,
Na certeza de não ser o é.
Assim sendo, a luta
Desbrava a alma do ser,
Que não deve ser astuta
De sonhos perder...
Senão o imperfeito
Goza de saúde
Deixando de ser alude....
Nada é o que é,
Se não é o evidente é,
Então não é mais do que é,
Na certeza de não ser o é.
Assim sendo, a luta
Desbrava a alma do ser,
Que não deve ser astuta
De sonhos perder...
Catherina
N.B. Dedicado a Arménio Bernardes Pereira
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Luz sombra
Um dia...
Uma noite...
Um suspiro que me inquieta
Na bruma da almofada...
Um dia...
De tanto desejo que
Se deixa virar fumaça...
Um dia,
Duma noite...
Repleta de coragem de frio
Esquecida no seu sangue...
Uma noite,
Dum dia...
Assim se fez o que não se fez
O que estaria por ser feito certamente...
Catherina
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Affection fully
Never again is the meaning
Of the pain on the heart,
That don’t want to suffered
One more time in his life.
Live is a strength of the air
Deep the sky of the soul…
In no way for loving,
The heart will replace
By the stone of the ocean…
Be aware to be alive
In this world, that isn’t
More that a planet alone…
Catherina
Of the pain on the heart,
That don’t want to suffered
One more time in his life.
Live is a strength of the air
Deep the sky of the soul…
In no way for loving,
The heart will replace
By the stone of the ocean…
Be aware to be alive
In this world, that isn’t
More that a planet alone…
Catherina
sábado, 29 de agosto de 2009
Talha Marinha
Pequena rosa
Do coração partido,
Que busca o seu jardim
Para se plantar no amor.
Orla de planície Dior
Sem deixar se ser assim
No seu paraíso tido
De demais nebulosa.....
Catherina
N.B. Dedicado a uma amiga, Marta, pelo aniversário do seu Blog http://amartaeeu.blogspot.com
Do coração partido,
Que busca o seu jardim
Para se plantar no amor.
Orla de planície Dior
Sem deixar se ser assim
No seu paraíso tido
De demais nebulosa.....
Catherina
N.B. Dedicado a uma amiga, Marta, pelo aniversário do seu Blog http://amartaeeu.blogspot.com
sábado, 15 de agosto de 2009
Depois da montanha
Depois da montanha
Ondas caminhantes da selva
Dentro de um monge e na berma
Abstracta do ser humano,
Sempre o rei
Que insiste ser rei onde
Nada há que se respire e só
Existe o rei leão...
Esquálido, rugido, deserto
Depois da montanha
Sim ou não, quem sabe
Os esgares entre-muros
O que determina o
Ardor solitário da fome
Ambíguo estalar
Uniforme, neste tempo sem tempo
Do absurdo pomposo?
Do silêncio perturbado?
Depois da montanha
Quem sabe porque a
Calmaria reside
No fundo dos lagos de cadáveres?
Para a ponderação do
Equilíbrio do mundo, o sabor do
Raciocínio que se deixa ir...
Um nada, ao lado de apenas ser
Dueto de Catherina e Carlos César Pacheco (um dos blog's do Carlos http://poesiaminimalista.blogspot.com)
Ondas caminhantes da selva
Dentro de um monge e na berma
Abstracta do ser humano,
Sempre o rei
Que insiste ser rei onde
Nada há que se respire e só
Existe o rei leão...
Esquálido, rugido, deserto
Depois da montanha
Sim ou não, quem sabe
Os esgares entre-muros
O que determina o
Ardor solitário da fome
Ambíguo estalar
Uniforme, neste tempo sem tempo
Do absurdo pomposo?
Do silêncio perturbado?
Depois da montanha
Quem sabe porque a
Calmaria reside
No fundo dos lagos de cadáveres?
Para a ponderação do
Equilíbrio do mundo, o sabor do
Raciocínio que se deixa ir...
Um nada, ao lado de apenas ser
Dueto de Catherina e Carlos César Pacheco (um dos blog's do Carlos http://poesiaminimalista.blogspot.com)
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Carlos César Pacheco,
Dueto,
Poema
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Ser misterioso de luz
Corpo de alma,
Emotivo pelos
Seres amantes
Ausentes por si mesmo,
Reunidos no seu coração.
Mudança de ares
Imaculado de prazer
Gelado no seu âmbito
Único, que constrói uma
Encriptação de sensações
Luminadas do seu próprio ser.
Catherina
N. B. Poema dedicado ao meu Amigo César.
Emotivo pelos
Seres amantes
Ausentes por si mesmo,
Reunidos no seu coração.
Mudança de ares
Imaculado de prazer
Gelado no seu âmbito
Único, que constrói uma
Encriptação de sensações
Luminadas do seu próprio ser.
Catherina
N. B. Poema dedicado ao meu Amigo César.
Amparo imortal na elipse
Um olhar perdido
Na palma do vazio,
Não reflecte o que anseia,
Só o seu oposto.
Um suspiro ausente
Mostra a plenitude
Do eterno enchente
Do pulsar da vida...
Uma lágrima sentida
Não é por não ter,
Mas por perder
O que aparentemente se tinha....
Um beijo é o retorno
De algo frágil, que existe
Numa palma de mão,
E com ela tudo nasce,
Até a amizade....
Catherina
N.B. Dedicado ao meu Amigo César.
Na palma do vazio,
Não reflecte o que anseia,
Só o seu oposto.
Um suspiro ausente
Mostra a plenitude
Do eterno enchente
Do pulsar da vida...
Uma lágrima sentida
Não é por não ter,
Mas por perder
O que aparentemente se tinha....
Um beijo é o retorno
De algo frágil, que existe
Numa palma de mão,
E com ela tudo nasce,
Até a amizade....
Catherina
N.B. Dedicado ao meu Amigo César.
sábado, 1 de agosto de 2009
Pétalas no corpo
Pétalas... escuras.... coloridas
Num berço do mundo onde
Acontece a união...
Igual ou parecido, o que sou?
O que importa é a jornada
Que me direcciona a ser única
E assim o é para marcar
O universo por si mesmo.
Catherina
Num berço do mundo onde
Acontece a união...
Igual ou parecido, o que sou?
O que importa é a jornada
Que me direcciona a ser única
E assim o é para marcar
O universo por si mesmo.
Catherina
Amor e Paixão
Amor.... O que é o Amor?
Senão uma palavra que todo
O ser humano usa ao seu gosto
Numa elipse de água,
Que marca o fim de sentir
O vazio da inutilidade
Da mentira global....
Paixão... A ilusão de que
Tudo pode ser conseguido
Num passo de mágica,
E deixar inundar a frescura
Que nos marca no coração
Sem deixar o poderoso
Fogo arder sem madeira....
Catherina
Senão uma palavra que todo
O ser humano usa ao seu gosto
Numa elipse de água,
Que marca o fim de sentir
O vazio da inutilidade
Da mentira global....
Paixão... A ilusão de que
Tudo pode ser conseguido
Num passo de mágica,
E deixar inundar a frescura
Que nos marca no coração
Sem deixar o poderoso
Fogo arder sem madeira....
Catherina
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